Aquele pecado...
Suas eternas lutas
Não me trazem dor
Verdade absoluta
Já não têm valor
A vergonha tem rosto! Ele é o seu
O pecado tem gosto! Ele é o meu.
Elas se foram junto
Daquele nosso amor
Que há nessas historias
Que fazem de mim
Aquilo que sou
A vergonha tem rosto! Ele é o seu
O pecado tem gosto! Ele é o meu.
Um coração incerto
Para amores eternos
E hoje tudo o que sei
Aprendi com aqueles
Que machuquei
A vergonha tem rosto! Ele é o seu
O pecado tem gosto! Ele é o meu.
Jeanny de O. Martins
terça-feira, 12 de maio de 2009
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Personagens cômodos...
Poderei mil vezes, vestir mil máscaras,
outras mil vezes, ser mil personagens,
usando-os para compôr paizagens.
Cenas de amor, ódio até mesmo taras.
Porém jamais serei capaz,
de dissimula-me para mim!
Mesmo que signifique o fim,
não arriscaria a minha paz!
Meus pensamentos gritariam,
se isso eu fizesse,
mostrariam o que nunca deixei de ser!
Jeanny de O. Martins
Poderei mil vezes, vestir mil máscaras,
outras mil vezes, ser mil personagens,
usando-os para compôr paizagens.
Cenas de amor, ódio até mesmo taras.
Porém jamais serei capaz,
de dissimula-me para mim!
Mesmo que signifique o fim,
não arriscaria a minha paz!
Meus pensamentos gritariam,
se isso eu fizesse,
mostrariam o que nunca deixei de ser!
Jeanny de O. Martins
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Inexplicável, porém vulnerável
Não adianta pedir pra ficar
Solta a minha mão,
Você vai me implorar
Mas não vou voltar
Quero me esquecer do que você diz
Voltar a viver,
Esquecer daquilo/
Que eu fiz, Pra ter você!
Hoje tudo que eu quero é não te ver
Tudo que eu quero é não te ver!
Você foi tudo o que não pude evitar
Algo inexplicável
Porém vulnerável
Que pra mim chegou ao fim!
No fim do dia,
Quando o sol tem que morrer
Saiba que penso em você
E em tudo que deixamos de ser!
O que um dia disse sentir por você
Nunca menti, não pensei em te ferir
Mas sinto vontade de ir
Desculpe, mas hoje não quero te ver!
Jeanny de O. Martins
Não adianta pedir pra ficar
Solta a minha mão,
Você vai me implorar
Mas não vou voltar
Quero me esquecer do que você diz
Voltar a viver,
Esquecer daquilo/
Que eu fiz, Pra ter você!
Hoje tudo que eu quero é não te ver
Tudo que eu quero é não te ver!
Você foi tudo o que não pude evitar
Algo inexplicável
Porém vulnerável
Que pra mim chegou ao fim!
No fim do dia,
Quando o sol tem que morrer
Saiba que penso em você
E em tudo que deixamos de ser!
O que um dia disse sentir por você
Nunca menti, não pensei em te ferir
Mas sinto vontade de ir
Desculpe, mas hoje não quero te ver!
Jeanny de O. Martins
[...]
O amor destrói o tédio e a rotina,
Torna a existência agradável!
Toda tristeza vai embora. Se elimina
Transforma-a em uma alegria inexplicável!
Sentimos-nos mais distantes da morte
E vivemos a plenos pulmões!
Acreditamos estar cheios de sorte,
E nos fechamos a outros corações!
Dividimos as duvidas, temores e esperanças!
E aqueles que nunca encontrarem o amor,
Nunca poderão voltar a serem crianças.
Amor é respeitar o que não é igual!
É ver o preto e o branco cheio de cor,
Lendo um poema que nunca terá final.
Jeanny de O. Martins
O amor destrói o tédio e a rotina,
Torna a existência agradável!
Toda tristeza vai embora. Se elimina
Transforma-a em uma alegria inexplicável!
Sentimos-nos mais distantes da morte
E vivemos a plenos pulmões!
Acreditamos estar cheios de sorte,
E nos fechamos a outros corações!
Dividimos as duvidas, temores e esperanças!
E aqueles que nunca encontrarem o amor,
Nunca poderão voltar a serem crianças.
Amor é respeitar o que não é igual!
É ver o preto e o branco cheio de cor,
Lendo um poema que nunca terá final.
Jeanny de O. Martins
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