terça-feira, 12 de maio de 2009

Aquele pecado...


Suas eternas lutas
Não me trazem dor
Verdade absoluta
Já não têm valor

A vergonha tem rosto! Ele é o seu
O pecado tem gosto! Ele é o meu.

Elas se foram junto
Daquele nosso amor
Que há nessas historias
Que fazem de mim
Aquilo que sou

A vergonha tem rosto! Ele é o seu
O pecado tem gosto! Ele é o meu.

Um coração incerto
Para amores eternos
E hoje tudo o que sei
Aprendi com aqueles
Que machuquei

A vergonha tem rosto! Ele é o seu
O pecado tem gosto! Ele é o meu.


Jeanny de O. Martins

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Personagens cômodos...


Poderei mil vezes, vestir mil máscaras,
outras mil vezes, ser mil personagens,
usando-os para compôr paizagens.
Cenas de amor, ódio até mesmo taras.

Porém jamais serei capaz,
de dissimula-me para mim!
Mesmo que signifique o fim,
não arriscaria a minha paz!

Meus pensamentos gritariam,
se isso eu fizesse,
mostrariam o que nunca deixei de ser!

Jeanny de O. Martins

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Inexplicável, porém vulnerável


Não adianta pedir pra ficar
Solta a minha mão,
Você vai me implorar
Mas não vou voltar

Quero me esquecer do que você diz
Voltar a viver,
Esquecer daquilo/
Que eu fiz, Pra ter você!

Hoje tudo que eu quero é não te ver
Tudo que eu quero é não te ver!

Você foi tudo o que não pude evitar
Algo inexplicável
Porém vulnerável
Que pra mim chegou ao fim!

No fim do dia,
Quando o sol tem que morrer
Saiba que penso em você
E em tudo que deixamos de ser!

O que um dia disse sentir por você
Nunca menti, não pensei em te ferir
Mas sinto vontade de ir
Desculpe, mas hoje não quero te ver!



Jeanny de O. Martins

[...]


O amor destrói o tédio e a rotina,
Torna a existência agradável!
Toda tristeza vai embora. Se elimina
Transforma-a em uma alegria inexplicável!

Sentimos-nos mais distantes da morte
E vivemos a plenos pulmões!
Acreditamos estar cheios de sorte,
E nos fechamos a outros corações!

Dividimos as duvidas, temores e esperanças!
E aqueles que nunca encontrarem o amor,
Nunca poderão voltar a serem crianças.

Amor é respeitar o que não é igual!
É ver o preto e o branco cheio de cor,
Lendo um poema que nunca terá final.


Jeanny de O. Martins